O Airbnb passou a descontar 16% do anfitrião e a Booking, pela imprensa de turismo, cobra de 15% a 18%, com o Genius por cima. A mesma reserva de R$ 4.200 em cada canal, inclusive na venda direta, e o que ajustar nesta semana.

Conteúdo informativo. Valores conferidos em 8/10/2026 nas páginas oficiais do Airbnb, da Booking.com, da Vrbo e dos provedores de pagamento; onde a empresa não publica o número, o texto diz de onde ele veio. A Dália Stays é gestora de aluguel por temporada: a taxa de qualquer gestora, inclusive a nossa, vem por cima da taxa da plataforma, em qualquer canal.

Um dono de apartamento em Copacabana nos mandou o extrato de setembro com uma pergunta: "por que o Airbnb está me pagando menos pela mesma diária?". Não era erro: em 15 de setembro o Airbnb terminou de trocar, no Brasil, a taxa dividida (4% do anfitrião, 14% a 16,5% do hóspede) por uma taxa única de 16%, descontada só do anfitrião. Quem não subiu o preço na véspera passou a receber 12,5% a menos por noite. Ele não tinha subido.

A conta das plataformas mudou em 2026, e o dono que não refez a sua está pagando por isso. A resposta curta, de cada R$ 100 de preço de tabela: no Airbnb ficam R$ 84 com você; na Booking, R$ 82 a R$ 85, e R$ 74 a R$ 77 se o hóspede for Genius (numa reserva só de diárias); na Vrbo, R$ 92 hoje e R$ 88 a partir de 29 de outubro; na venda direta, de R$ 79 (cartão em 12 vezes) a R$ 99 (Pix), antes de pagar o que a plataforma fazia por você. O resto do texto mostra de onde sai cada número e onde conferir o seu.

Taxa de serviço do Airbnb para anfitrião em 2026: 16% sobre tudo o que você cobra

A regra, na Central de Ajuda do Airbnb: a taxa única do anfitrião é 16% para anúncios no Brasil e no México (15,5% no resto do mundo) e incide sobre o preço por noite e sobre qualquer taxa que o anfitrião cobre: limpeza, hóspede extra, pet. Impostos cobrados do hóspede ficam de fora. O hóspede deixou de ver a linha "taxa de serviço" no checkout: o preço do anúncio é o preço final.

Mudou quem aparece pagando; o que sai do bolso do hóspede é parecido. Tome a reserva que acompanha o artigo inteiro: 5 noites a R$ 800 mais R$ 200 de limpeza, R$ 4.200. Antes, para um anúncio brasileiro, o anfitrião definia R$ 3.675, o hóspede pagava uns R$ 4.190 com a taxa dele e o anfitrião recebia R$ 3.528. Hoje, para receber os mesmos R$ 3.528, o anfitrião define R$ 4.200 e o hóspede paga R$ 4.200. A conta de equivalência para o Brasil é preço antigo × 0,96 ÷ 0,84, ou seja, preço antigo × 1,143. O Airbnb ofereceu uma ferramenta para reajustar todos os anúncios de uma vez, com prazo até 15 de setembro; a página de ajuda diz que ela segue disponível por tempo limitado depois da migração, sem data de fim. Quem não fez nada recebe hoje 84% do preço de tabela, contra 96% antes.

A taxa de limpeza também perde 16%: se a faxina custa R$ 200, a taxa que cobre isso tem de ser R$ 238. Outra coisa, que não é o imposto do hóspede: a Central de Ajuda diz que, para usuários no Brasil, a própria taxa de serviço está sujeita a ISS e PIS/Cofins, sem dizer se os 16% já incluem esses tributos. O que foi descontado de cada reserva aparece em Ganhos (Hoje > Menu > Ganhos), em Próximos ou Pagos, ao abrir a transação, na linha "taxa de serviço do Airbnb". É ali que se confere.

O que os 16% pagam, pelas páginas do próprio Airbnb: o processamento do pagamento do hóspede, a divulgação do anúncio e o atendimento 24 horas. Entra aí o parcelamento em até 6 vezes sem juros para quem paga em reais, lançado em julho de 2025; o repasse ao anfitrião segue a regra dos Termos de Pagamento, até o fim do dia útil seguinte ao check-in, parcelado ou não.

Entra também o AirCover para anfitriões: verificação de identidade do hóspede, proteção contra danos de até US$ 3 milhões e seguro de responsabilidade civil de US$ 1 milhão. Ele tem exceções que vale ler antes de contar com ele: não cobre desgaste, dinheiro, obras de arte que não possam ser substituídas nem dano fora da acomodação. O pedido tem de entrar em até 30 dias do check-out pelos termos de agosto de 2026; uma página de ajuda ainda fala em 14 dias, então não espere. O próprio Airbnb escreve que o AirCover "não substitui o seguro pessoal".

Cancelar uma reserva confirmada, como anfitrião, custa: 10% do valor da reserva com mais de 30 dias de antecedência, 25% entre 30 dias e 48 horas, 50% com menos de 48 horas, mínimo de US$ 50, descontados dos próximos repasses, com o calendário bloqueado nas datas e risco de perder o Superhost.

Comissão da Booking.com no Brasil: 15%, 18% no Preferred Partner e o Genius por cima

A Booking não publica o percentual: a página oficial diz que ele "depende do país, do tipo de acomodação e do contrato". Os números vêm do comunicado da empresa reproduzido pela imprensa de turismo em maio e junho de 2026: comissão padrão de 15% no Brasil a partir de 1º de julho (para imóveis de temporada, o padrão anterior era 13%, segundo uma única fonte, o Brasil em Folhas) e 18% no programa Parceiro Preferencial (Preferred Partner), que, pela mesma imprensa, custava 15% a 16%. A Booking disse em maio que a mudança "busca alinhar suas operações locais no Brasil às práticas da indústria já implementadas pela empresa em vários mercados no mundo". Em 23 de junho, seis entidades da hotelaria levaram o aumento ao Cade; sem decisão até a data desta reportagem. A sua comissão está no contrato e na extranet (o painel do parceiro), em Finanças > Extratos de reservas e Faturas, e é esse número que vale na conta abaixo. A fatura se paga em 14 dias, por Pix ou boleto.

Sobre o que incide: diária mais qualquer taxa que você cobre, inclusive limpeza, e também a multa de cancelamento ou no-show (hóspede que não aparece) que você cobrar do hóspede. Impostos locais ficam de fora. Se o hóspede não aparece, você tem até 48 horas depois do check-out previsto para marcar o no-show na extranet; sem marcar, paga a comissão cheia da reserva. Se perdoa a multa de cancelamento, a comissão sobre ela cai.

O Preferencial dá destaque na busca em troca dos 3 pontos a mais. Com 15% você fica com 85% do preço; com 18%, com 82%. Para empatar, o selo precisa trazer 3,7% a mais de receita. Abaixo disso, você pagou por visibilidade que não virou reserva.

O Genius é outra camada, e você escolhe entrar: o programa pede nota mínima de 7,5 e três avaliações, e a adesão e a saída são feitas na extranet (Aumentar desempenho > Programa Genius > Gerenciar desconto > Sair do programa). Quem sai só volta depois de seis meses; dá para pausar o desconto por até 30 dias no ano sem sair. Depois de aderir, o desconto de 10% (15% e 20% nos níveis seguintes) se aplica automaticamente ao seu tipo de acomodação mais barato, para hóspedes com conta Genius, e a Booking escreve que ele "é financiado pelo parceiro". Para quem tem um apartamento, é o apartamento. Numa reserva só de diárias, com comissão de 15%, o Genius deixa 76,5% do preço; para empatar com uma reserva sem desconto, precisa trazer 11% a mais de receita. Com Preferencial e Genius juntos, sobram 73,8%: é preciso 15% a mais de receita só para ficar no mesmo lugar. A Tarifa Mobile (desconto mínimo de 10%, que a Booking diz somar ao Genius) e o Visibility Booster (comissão extra que você escolhe para datas específicas) seguem a mesma lógica: cada um tira um pedaço.

O que a Booking dá em troca, além do destaque na busca: desde 1º de janeiro de 2026, todo parceiro tem seguro de responsabilidade civil de US$ 1 milhão por reserva, pela Zurich, sem custo. Ele cobre a sua responsabilidade se um hóspede ou um terceiro se machucar ou tiver um bem danificado por causa da estadia; não cobre o que o hóspede quebra no seu apartamento, nem dano de pet. É a diferença prática em relação ao AirCover. Receber pela Booking tem taxa só se você optar por transferência bancária, e o percentual não é publicado ("depende da localização"). A alternativa é o cartão virtual: a Booking cobra o hóspede e emite um cartão que você passa na sua máquina quando a reserva deixa de ser reembolsável. A página de cadastro anuncia isenção da taxa de pagamentos em 2026 e repasse diário, sem dizer para quais países.

Um ponto sem resposta pública: não encontramos orientação da Booking nem da Receita Federal sobre como o dono pessoa física trata a comissão. Quem emite a sua fatura (a Booking.com B.V., holandesa, ou a filial brasileira) muda como declarar: veja o emissor na extranet e pergunte ao contador.

Comissão da Vrbo no Brasil, Decolar e os outros

A Vrbo (grupo Expedia) cobra hoje 8% (5% de comissão mais 3% de processamento do pagamento) e, a partir de 29 de outubro de 2026, passa a 12% únicos sobre diária e taxas, com o processamento incluído, segundo o comunicado da Expedia; a página de ajuda da Vrbo já mostra os 12%, e para o Brasil não publica exceção. A assinatura anual deixou de existir para novos anfitriões. A Decolar aceita imóveis de temporada por 15% sobre diárias e taxas, com pagamento por cartão virtual entre o check-in e 30 dias depois do check-out, pelo menos por meio do software Stays, do próprio grupo. O Temporada Livre cobrava assinatura, não comissão (2018); o preço atual não está publicado. O TripAdvisor Rentals fechou as reservas em novembro de 2024. A Agoda não publica percentual.

Anunciar em dois canais ao mesmo tempo funciona com o calendário sincronizado (o iCal das duas plataformas, sem custo; na Booking ele importa só datas, com atraso de até duas horas) e o mesmo preço de tabela nos dois. Igualar o preço é escolha sua, não exigência: os termos gerais da Booking põem o Brasil entre os países de "paridade estreita", em que ela só pode exigir que o seu preço nela seja igual ou melhor que o do seu site ou aplicativo próprio, não que o de outro canal, como o Airbnb (cláusulas 2.2.1 e 2.2.2). Foi o desenho que o acordo com o Cade impôs em 2018, por três anos, e que a Booking manteve nos termos. Vale ler a cláusula antes de precificar o direto. Não há dado por canal para temporada no Brasil; no mundo, uma estimativa da Skift para 2024 põe o Airbnb com 44% da receita de temporada e a Booking com 18%.

Vale a pena vender direto? O que custa receber sem plataforma

"Vender direto" é a resposta mais comum à taxa de 16%, e a conta tem mais partes do que parece.

Antes da conta, a regra: o Airbnb proíbe pedir contato ou pagamento fora da plataforma a um hóspede que chegou por ela (Política de Transparência de Taxas e Uso Fora da Plataforma) e pode suspender ou desativar a conta e os anúncios de quem faz isso; a Booking proíbe usar o contato do hóspede para mensagem que ele não pediu e pode suspender ou encerrar o contrato. O que pode: hóspede que procura você por conta própria, indicação, site próprio. O "direto" deste texto é esse.

Receber custa. Pix sai de zero a 1,89%, conforme o provedor, e cai na hora. Cartão à vista fica em 3,99% a 4,99%, e o dinheiro cai em 1 a 30 dias. Cartão em 12 vezes sem juros para o hóspede leva 16,7% a 21,2% do valor nas tabelas públicas da InfinitePay, da Pagar.me e do PagBank: mais caro que o Airbnb, que parcela em 6 vezes sem juros e desconta os mesmos 16%. Quem quer o dinheiro antes dos 30 dias paga para receber antes (antecipação), a partir de 1,25% ao mês. Na Stripe, reembolsar o hóspede não devolve a taxa da transação; confira a regra do seu provedor. Hóspede estrangeiro é outro ponto a favor da plataforma: no Airbnb e na Booking você recebe em reais; direto, Pix quase nunca serve para ele e o cartão internacional custa mais (na Stripe, 2 pontos a mais).

Depois vem o que você paga por mês para operar. Um sistema de reservas (o site próprio onde o hóspede reserva, com calendário ligado ao das plataformas) custa de R$ 79 por mês mais 2% por reserva (Stays) a US$ 9 por anúncio ao mês (Guesty). Seguro para o que o hóspede quebra, que na venda direta é só seu: um produto brasileiro específico para temporada (EasyCover, pela Now Seguros) custa R$ 77 a R$ 118 por mês, com cobertura de R$ 1.500 a R$ 10.000 por dano; apólices residenciais comuns costumam excluir aluguel por temporada, e a sua corretora precisa confirmar a cláusula.

E há a lei. A reserva direta pode ser enquadrada como locação por temporada da Lei do Inquilinato (o STJ já tratou a hospedagem por aplicativo como contrato atípico, então há discussão), e por isso vale fazer contrato: a lei pede descrição dos móveis (art. 48) e permite pagamento adiantado e garantia (art. 49). O risco está no art. 50: se o hóspede fica além do prazo combinado e você passa mais de 30 dias sem se opor, a locação vira por prazo indeterminado, o pagamento adiantado deixa de ser exigível e você só consegue encerrar o contrato depois de 30 meses do início ou nas hipóteses do art. 47 (uso próprio, obras). Na plataforma, a identidade do hóspede, a cobrança e a regra de cancelamento são dela; o contrato e o risco do art. 50 são seus nos dois casos.

Onde o direto faz sentido: dono que mora perto e atende o próprio hóspede, estadia de 30 dias ou mais (16% sobre um mês pesa), hóspede corporativo recorrente, e o modelo misto, plataforma para captar e direto para quem procura por conta própria, respeitando a regra acima.

A mesma reserva em cada canal

Reserva de 5 noites a R$ 800 mais R$ 200 de limpeza: R$ 4.200 de preço de tabela, que é o que o hóspede vê no Airbnb e na Booking.

CanalCusto do canal (R$)Sobra para o dono (R$)Custo em %
Airbnb (16%)6723.52816,0%
Booking padrão (15%, imprensa)6303.57015,0%
Booking Preferencial (18%, imprensa)7563.44418,0%
Booking Preferencial + hóspede Genius (10% na diária)1.0843.11625,8%
Vrbo hoje (8%)3363.8648,0%
Vrbo a partir de 29/10/2026 (12%)5043.69612,0%
Direto, Pix (0,99%, Pagar.me e PagBank)424.1581,0%
Direto, cartão à vista (4,19%, Pagar.me)1764.0244,2%
Direto, cartão em 12 vezes sem juros (20,95%, Pagar.me)8803.32021,0%

Taxa de pagamento da Booking não entra (não publicada). O Genius não incide na limpeza. Direto não inclui sistema de reservas, seguro nem o custo de o hóspede chegar até você.

No ano, para o apartamento de Copacabana das reportagens anteriores (R$ 120.000 de preço de tabela), o custo do canal vai de R$ 9.600 (Vrbo hoje; R$ 14.400 a partir de 29 de outubro) a R$ 31.000 (Booking com Preferencial e Genius em todas as reservas, o pior caso). Direto por Pix, com sistema de reservas e seguro, o custo de receber e operar fica perto de R$ 5.800 por ano, e o que decide é um número que não está na tabela: quantas das suas reservas chegariam sem a plataforma.

O que ajustar nesta semana

  1. Airbnb: confira o preço. Se a diária de hoje é a mesma de agosto, multiplique por 1,143, inclusive a taxa de limpeza. Reserva confirmada antes da migração não muda.
  2. Booking: faça a conta do Preferencial e do Genius com os seus números. Preferencial precisa trazer 3,7% a mais de receita; Genius, 11% a mais; os dois, 15%. Se o relatório da extranet não mostra isso, saia do Genius pelo botão em Gerenciar desconto (lembrando que a volta leva seis meses) e não renove o Preferencial.
  3. Booking: marque no-show em até 48 horas depois do check-out previsto. Sem isso, a comissão é cheia.
  4. Direto: Pix, nunca 12 vezes no cartão, contrato com inventário dos móveis, caução e seguro próprio. E prazo escrito: hóspede que fica mais de 30 dias além do prazo combinado, sem oposição sua, vira inquilino.
  5. Cancelamento seu no Airbnb custa de 10% a 50% mais calendário bloqueado. Data em que você não tem certeza de que pode receber: bloqueie antes que alguém reserve.

Para ver quanto um imóvel como o seu fatura por bairro, a calculadora da Dália mostra o valor já sem a taxa da plataforma.

Perguntas frequentes

Qual é a taxa do Airbnb para o anfitrião no Brasil em 2026?

16% sobre o preço por noite e sobre todas as taxas que o anfitrião cobra (limpeza, hóspede extra, pet), descontados do repasse. O hóspede não paga mais taxa de serviço. Antes de 15 de setembro de 2026 eram 4% do anfitrião mais 14% a 16,5% do hóspede.

Quanto preciso subir a diária para receber o mesmo que antes?

14,3%: preço antigo × 0,96 ÷ 0,84. Quem não ajustou recebe 12,5% a menos por noite.

Qual é a comissão da Booking.com para aluguel de temporada?

A Booking não publica o número; o seu está no contrato e na extranet, em Finanças. Pela imprensa de turismo, desde 1º de julho de 2026: 15% no padrão e 18% no Parceiro Preferencial, sobre diária e taxas. O desconto Genius (10% ou mais) é pago pelo dono e vem por cima.

Vale a pena ser Parceiro Preferencial na Booking?

Só se o selo trouxer mais de 3,7% de receita adicional; é o que os 3 pontos a mais de comissão custam. Confira no relatório da extranet antes de renovar.

Vender direto é mais barato que o Airbnb?

Por Pix, o custo de receber é de até 1,9%, perto de 1% nos provedores comuns. Mas cartão em 12 vezes custa até 21%, o seguro contra dano do hóspede é seu, o contrato é seu, e o hóspede precisa chegar até você sem a plataforma. Para quem tem um imóvel, o direto complementa a plataforma; não a substitui.

Fontes: Airbnb, Central de Ajuda, artigos 1857 (taxas de serviço), 436 (IVA e impostos), 990 (cancelamento do anfitrião), 3142, 279 e 2869 (AirCover; termos de 1/8/2026), 4095 (ferramenta de ajuste), 2909 (Termos de Pagamento, 5/2/2026), 2799 (Política de Transparência de Taxas e Uso Fora da Plataforma) e 99 (sincronizar calendário); Airbnb, Central de Recursos, "Simplificação das taxas de serviço" (7/7/2026, atualizado 24/8/2026); Airbnb Newsroom, parcelamento (17/7/2025); Booking.com Partner Hub, "Understanding our commission", "Handling cancellation fees and commission", "Becoming a Genius partner", "Payments by Booking.com", "How to synchronise your calendars", General Delivery Terms (2.2, 2.9, 5.1 e 7.2), Partner Liability Insurance (apólice 2026); Cade, acordo com Booking, Decolar e Expedia (março de 2018); Panrotas (26/5 e 1/7/2026), Hotelier News (24/6/2026), Brasilturis (24/6/2026), Brasil em Folhas (18/6/2026); Skift Research (14/3/2025); Vrbo, "How is the booking fee calculated" e Expedia Newsroom, "Vrbo Compensation Model Changes"; Stays, preços e blog; Guesty, preços; Stripe, Pagar.me, PagBank, Asaas, InfinitePay, Mercado Pago, tabelas públicas (8/10/2026); EasyCover; Lei 8.245/1991, arts. 47 a 50; STJ, REsp 1.819.075/RS.